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sexta-feira, 31 de julho de 2009

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Lideranças da Capoeira e Ministro se reúnem no RJ

Na última sexta-feira, 24 de julho, diversas lideranças da capoeira carioca reuniram-se com o Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para discutirem a inclusão da Capoeira no cadastro Brasileiro de Ocupações – CBO.



O Ministro, que estava visitando a sede do Ministério do Trabalho no RJ, disse que os capoeiristas lhe pediram ajuda no sentido de agilizar junto ao Senado Federal a aprovação de projeto em tramitação naquela casa que visa a regularização da Capoeira.



O Ministro disse aos capoeiristas que não medirá esforços para que este projeto seja aprovado. Segunda a assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho, Carlos Lupi pediu aos seus assessores empenhos na articulação junto aos senadores. Espera-se que o projeto seja aprovado até dezembro deste ano e que assim a Capoeira possa ocupar um lugar na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego.



Este projeto visa o reconhecimento da profissão de Capoeirista. Depois do tombamento da Roda de Capoeira e do Saber dos Mestres de Capoeira pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, este, com certeza, é mais um passo importante, mais não é o único. Os capoeiristas de todo o Brasil precisam estar atentos para outros Projetos de Lei que encontram-se em tramitação no Congresso Nacional e que são do interesse de todos (as) nós, como é o caso do Projeto 1371/2007, da Deputada Federal Alice Portugal (PCdoB/BA), que altera a lei 9696/98, (saiba mais aqui), que determina que não estão sujeitos à fiscalização dos Conselhos Regionais de Educação Física os profissionais de dança, artes marciais e ioga, capoeira e método pilates, seus instrutores, professores e academias e também o PL 2858/2008, de autoria do Deputado Federal Carlos Zarattini, do PT/SP, que dispõe sobre a regulamentação da atividade de Capoeira. Sabemos que a participação dos diversos seguimentos da Capoeira, seja acompanhando as votações no Congresso Nacional ou fazendo lobby junto aos deputados em Brasília, não tem sido eficiente. Um exemplo disto foi a audiência pública que ocorreu em Brasília sobre o PL 1371/2007 e que contou com a presença apenas dos representantes da dança, segundo informações da assessoria da deputada Alice Portugal.



Portanto galera abram o olho ou levaremos uma rasteira e, depois do tombo, não teremos como nos levantar, já que, quando lutamos, cada um está de um lado diferente.



Obs.: O crédito das fotos é do Mestre Pipoca, do Grupo de Capoeira da Senzala.

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sábado, 6 de dezembro de 2008

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Capoeirista é condenado pelo TCU por não prestar conta de recursos recebidos do Ministério da Cultura

Em matéria publicada no Jornal A tarde, do dia 05 de dezembro, é noticiado que o Tribunal de Contas da União condenou o Mestre Moraes, um dos grandes representantes da Capoeira Angola da Bahia, a pagar uma multa de R$51.000,00 (cinquenta e um mil reais) por não prestar contas de recursos recebidos do Ministério da Cultura. Nós, do Portal Capoeira do Rio, esperamos que este assunto seja resolvido pelo Mestre Moraes o mais breve possível, pois sabemos que ele e a Bahia muito ainda tem a contribuir para a divulgação de nossa cultura pelo Brasil e pelo mundo. Veja a seguir a matéria na integra:

 

TCU condena mestre de capoeira a pagar R$ 51 mil por não prestar contas

Eder Luis Santana, do A TARDE On Line

O Tribunal de Contas da União (TCU) condenou o mestre de capoeira Pedro Moraes Trindade, 58 anos, a pagar cerca de R$ 51 mil como pena por ter recebido R$ 29.923 do Ministério da Cultura (Minc), em 2005, e nunca ter prestado conta da verba. Conhecido como mestre Moraes, o acusado é responsável pelo Grupo de Capoeira Angola Pelourinho (GACP), que funciona no Forte Santo Antônio Além do Carmo, no Centro Histórico de Salvador.
Depois de ter seu projeto aprovado no Minc, Moraes assumiu a responsabilidade de utilizar o dinheiro com seminários, oficinas, exposições sobre a capoeira angola, além de produzir um CD temático. O capoeirista garante que a verba foi aproveitada de acordo com as normas estipuladas pelo Minc, mas admite que foi “inexperiente e não soube lidar com as burocracias na prestação das contas”.
A decisão do TCU foi divulgada no início desta semana. Na casa do mestre Moraes, a notificação chegou pelo correio anexada com dois boletos: um de R$ 47.265,11, referente ao valor recebido do Minc e acrescido com juros, e outro de R$ 4 mil como multa por não justificar o uso da verba pública.
O mestre Moraes diz não ter tido apoio ou orientação do Minc para o encaminhamento burocrático da prestação de contas. A única nota fiscal apresentada por ele é de R$ 10.750, referente a confecção de cinco mil cópias do CD. Moraes garante que em 2006 enviou ao ministério uma caixa com um CD e as fotos retiradas nos eventos dedicados a capoeira. “Recebi uma carta de cobrança, mas liguei diversas vezes para o ministério e não consegui falar”, relata, após lembrar que tinha se comprometido a dar mil cópias do CD ao Minc, o que não aconteceu.
PENALIDADE – Há 37 anos como professor de capoeira, Moraes terá 15 dias para recorrer da sentença ou o caso irá para a Justiça e seus bens podem ser penhorados. De acordo com o relator do processo, o ministro Marcos Bemquerer, o acusado foi procurado nos últimos dois anos, sem nunca justificar como utilizou o dinheiro.
“A prestação de contas deveria ter acontecido em 2006, dois meses após a utilização da quantia”, explica. Se apresentar sua defesa no prazo, Moraes será julgado por outro relator do TCU. Caso seja absolvido, pode ter o valor do débito reduzido ou até quitado. Mas se for considerado culpado de novo, terá de arcar com o custo.
O GACP é um dos sete grupos que funcionam dentro do Forte Santo Antônio, reformado em 2006 e conhecido hoje como Forte da Capoeira. Em sua defesa, mestre Moraes garante que o dinheiro foi aplicado em um ciclo de palestras, oficinas e exposições que aconteceram em março de 2006.
Com fotos e recortes de jornais da época, Moraes gastou no período mais de R$ 10 mil com a produção do CD Ligação Ancestral, com oito composições dele em cânticos da capoeira. “Terei de procurar as notas fiscais da época, mas houve outros gastos como as 300 camisas confeccionadas para os eventos”, pontua.
FiISCALIZAÇÃO - O caso de mestre Moraes é um exemplo do que acontece com instituições ou pessoas físicas que não prestam conta do dinheiro público recebido. O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Marcos Bemquerer afirma que a área cultural é a mais atingida por esse problema, que envolve falta de fiscalização dos órgãos e despreparo dos que pleiteiam verba.
Em setembro deste ano, no Paraná, o TCU condenou o artista plástico Francisco Vaz Lino a pagar R$ 327 mil por não registrar como gastou o dinheiro recebido pelo Ministério da Cultura (Minc). Em outubro um caso semelhante envolveu a representante da Associação Artis Colegium de Londrina, Irina Ratcheva, obrigada a devolver R$ 83 mil ao Minc.
“Falta fiscalização, os projetos nunca são acompanhados de perto”, diz Bemquerer. Para piorar, o poder público demora para cobrar o dinheiro dado e muitas instituições já não existem quando o TCU exige a comprovação dos gastos, ficando difícil reaver o dinheiro.
Como solução mais imediata, o ministro sugere maior rigor na escolha dos beneficiados em editais, com prioridade às entidades que tenham mantido a regularidades nas finanças em projetos anteriores.
O presidente da Associação Brasileira de Capoeira Angola, Virgílio Ferreira, lamenta que tenha sido difícil conseguir dinheiro para apoiar projetos de capoeira. “Tentei duas vezes e não consegui“, assinala. Sobre a denúncia contra o mestre Moraes, disse acreditar que se trata de um caso isolado.
Desde quinta-feira o Minc foi procurado para comentar o assunto, mas não se pronunciou sobre o caso até o fechamento da matéria.
Fonte: http://www.atarde.com.br

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

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Mestre Luiz Renato nos enviou e estamos repassando para os nossos (as) leitores (as)

Prezados camaradas,

Segue link para acesso à publicação sobre capoeira organizada pelo Ministério das Relações Exteriores. O volume reúne textos de diversos pesquisadores, analisando a capoeira sob diferentes óticas, e é dedicado à divulgação da nossa luta no exterior. Consiste na primeira iniciativa sistemática do Estado brasileiro no sentido de dar visibilidade internacional a estudos sobre a capoeira. O volume está disponível em português e em espanhol no site do MRE. Segue abaixo o link para todos os textos da publicação.

http://www.dc.mre.gov.br/imagens-e-textos/revista-textos-do-brasil/portugues/edicao-no-14-capoeira

http://www.dc.mre.gov.br/imagens-e-textos/revista-textos-do-brasil/espanol/edicion-numero-14-capoeira

Saudações a todos.
Luiz Renato

 

Edição nº 14 - Capoeira

capoeira_14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Textos do Brasil - Edição nº 14

  • Prefácio
  • Os desafios contemporâneos da capoeira
  • As metamorfoses da capoeira: contribuição para uma história da capoeira
  • A repressão à capoeira
  • O Capoeira
  • A Guarda Negra: a capoeira no palco da política
  • Capoeira é defesa, ataque, ginga de corpo e malandragem
  • A performance ritual da roda de capoeira angola
  • A capoeira e seus aspectos mítico-religiosos
  • Capoeira: métaforas em movimento
  • A música na capoeira angola da Bahia
  • A mulher na capoeira
  • Entrevista com a Senhora Rosângela C. Araújo (Mestra Janja)
  • As relações entre a capoeira e a educação física no decorrer do século XX
  • Benefícios educacionais, físicos e psicológicos da capoeira
  • Capoeira e inclusão social
  • A internacionalização da capoeira
  • Carybé
  • Pierre Verger
  •  

    Fonte: Capoeira-CBC Grupos

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    quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

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    Projeto de Lei sobre Profissão de Mestre de Capoeira será apresentado no Palácio Guanabara

    Com apoio do Conselho Municipal dos Direitos do Negro, autoridades do Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro, Deputados Estaduais e Federais, Vereadores de diversos Municípios do Estado do Rio de Janeiro será apresentado o Projeto de Lei que cria a Profissão de Mestre de Capoeira.

    Mestre Arerê e sua aluna Leoa solicitam a presença de todos os capoeiristas e simpatizantes neste ato, já que é muito importante a participação nesse momento em que está sendo escrita uma nova história para a nossa Capoeira.

    Participe! Venha com o uniforme do seu grupo e mostre a força da nossa Capoeira.

    Serviço:                                 

    Local: PALÁCIO GUANABARA - Laranjeiras (ao lado do Fluminense Futebol Clube).
    Horário: 15h
    Data: 15 de dezembro de 2008

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    sexta-feira, 14 de novembro de 2008

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    Mestre Chita faz aniversário e quem ganha é a Capoeira

    Itamar da Conceição Magalhães, mais conhecido como Mestre Chita, hoje está fazendo aniversário e quem ganha o presente é a Capoeira, por ter ainda entre nós uma figura impar como esta. Grande tocador de Berimbau e Atabaque, Mestre Chita é fundador da Associação de Capoeira Filhos de Omulu e hoje atua com a Associação de Capoeira Ginga de Corpo, também fundada por ele.

    Grande militante da Capoeira, Mestre Chita é um dos Mestres mais antigos de São Gonçalo - RJ ainda em atividade. Participa das discussões com Federações e Ligas de Capoeira e já viajou para diversos outros países levando a cultura brasileira.

    Nós do Portal Capoeira do Rio desejamos ao Mestre Chita muita saúde, muita paz e muito sucesso.

    Conheça abaixo alguns dos momentos de Mestre Chita:

    mestres_machado_chita_bocka_paulão_prefeita_silas_de_oliverira_josé_augusto_02

    Na foto Mestre Chita entre a Prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset e Mestre Machado, tendo ainda a presença dos Mestres Bocka e Paulão, editor deste blog e o então Secretário Municipal de Cultura de São Gonçalo, Professor José Augusto, entre outros, no dia da posse dos novos Conselheiros de Cultura de São Gonçalo, no ano passado.

    17 de Abril Palácio da Guanabara (15)

    Mestre Chita no Palácio Guanabara com os Mestres Machado, Antônio Afonso, Zezeu, Paulão, Capa e Tão e o presidente do CEBA, Herimar Santana, no lançamento do Plano Estadual de Promoção da Igualdade racial, realizado no dia 17 de abril de 2007.

    17 de Abril Palácio da Guanabara (24)

    Mestre Chita tocando Berimbau no Palácio Guanabara.

    17 de Abril Palácio da Guanabara (69) Mestre Chita no ônibus mostrando o seu talento.

    17 de Abril Palácio da Guanabara (28)

    Mestre Chita jogando Capoeira em solenidade no Palácio Guanabara.

    Fotos: Acervo Mestre Paulão

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    domingo, 9 de novembro de 2008

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    Trajectória da capoeira relatada em livro

    A Embaixada do Brasil procedeu, quinta-feira, ao lançamento do livro “Capoeira”, em actividade inserida na programação da Semana do Brasil em Angola.

    Em 133 páginas, a obra produzida pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil traz compilações sobre a capoeira, a sua história, a importância na cultura brasileira e fotografias demonstrativas de vários grupos que praticam esta arte.

    Em 16 textos os autores procuram mostrar as diversas características da Capoeira que começou em Angola e se desenvolveu no Brasil, tornando-se numa das principais referências culturais deste país sul--americano.

    Alberto Esper, presidente da Associação dos Empresários e Executivos Brasileiros em Angola (Aebran), declarou que o livro pretende mostrar aos angolanos o resultado final da imaginação dos brasileiros sobre a arte africana.

    “Temos que reconhecer que é uma arte que nasceu dos africanos, principalmente dos angolanos e desenvolveu-se no Brasil, tornando-o numa das referências da cultura do Brasil”, disse.

    A iniciativa de lançar este livro em Angola, de acordo com Alberto Esper, tem por objectivo reforçar a vertente cultural das actividades incluídas na programação da Semana do Brasil em Angola.

    Na presença do embaixador brasileiro, Afonso Cardoso, o grupo Abadá de Capoeira, do núcleo Centro Cultural Brasil-Angola, exibiu--se no parque do Centro de Formação de Jornalistas (Cefojor), local que acolheu o lançamento do livro.

    A Semana do Brasil em Angola continua no fim-de-semana com palestras e seminários e um espectáculo com a artista brasileira Elba Ramalho.

    Cultura como elo de ligação

    O embaixador do Brasil em Angola, Afonso Cardoso, apontou a cultura como um dos principais elos de ligação entre os dois países.

    Falando à imprensa, à margem da cerimónia de lançamento do livro “Capoeira”, no Centro de Formação de Jornalistas, o diplomata sublinhou que, apesar da vertente económica ser forte nas relações entre os dois Estados, é o lado cultural que mais se tem feito sentir na cooperação.

    “É na cultura que os dois povos mais se entendem. É um facto que temos comprovado com a vinda de artistas brasileiros a Angola e a ida de angolanos ao Brasil. Todos eles são bem recebidos e os seus produtos bem entendidos e consumidos”, realçou Afonso Cardoso.
    Segundo o diplomata brasileiro, o bom entendimento deve-se ainda ao facto de os dois povos falarem a mesma língua e terem uma história comum. “São dois povos com uma história comum e que se entendem perfeitamente”, realçou o embaixador Afonso Cardoso.

    Fonte: Jornal de Angola

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    sexta-feira, 7 de novembro de 2008

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    Embaixada do Brasil em Angola lança Livro de Capoeira

    Literatura

    Embaixada do Brasil em Angola lança Livro de Capoeira

    A história da capoeira está fortemente relacionada com a diáspora africana e marca, de forma profunda, a cultura brasileira.

    Da Redação com agências

    Luanda – A Embaixada do Brasil em Angola vai teve uma atração especial nesta quinta-feira ( 6), quando lançou no Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR) a publicação “Textos do Brasil 14 Capoeira”, editado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

    A edição traz fotografias de Pierre Verger e desenhos do Carybé, que ilustram entrevistas e artigos de pesquisadores, mestres de capoeira e autoridades ligadas à cultura brasileira, na qual se destacam as significativas implicações da capoeira para a cultura e a vida social, como modalidade de jogo, dança, música e oportunidade para inserção social.

    A capoeira é um arte que está fortemente relacionada com a história africana e que marcou profundamente a cultura brasileira.
    A obra será apresentada pelo mestre Vila Isabel, do Núcleo de Capoeiragem Beribazau de Brasília e dois mestres brasileiros de capoeira de Angola, mestre Cobra Mansa e Mestra Janja. Para quem quiser apreciar a arte, será realizada uma roda de capoeira pelo grupo de capoeira Abadá, do Núcleo da Casa de Cultura Brasil-Angola.

    Amanhã (7), será a vez da I Jornada de Capoeira Brasil-Angola, durante a qual os mestres convidados vão proferir palestras sobre os temas “Raízes Angolanas da Capoeira Brasileira”, “Capoeira e inclusão social” e "Perspectivas e desafios para a capoeira no século XXI”. Emais: paralelamente à Jornada será exibido um trecho do documentário “mestre Bimba – a capoeira iluminada”, inspirado no livro “Mestre Bimba-Corpo de Mandinga”, de Muniz Sodré.

    Fonte: África 21 Digital

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