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sábado, 21 de março de 2009

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Rio comemora Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão

O Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão e do Tráfico Transatlântico de Escravos será comemorado através de uma série de eventos em diversos lugares do mundo. No Brasil, a data será celebrada no Rio de Janeiro, no Salão Pedro Calmon, no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, na terça-feira, dia 24 de março, às 11h00.

A comemoração contará com uma palestra de Alcione Meira Amos, curadora visitante da Smithsonian Institution de Washington, DC (EUA) e autora do livro "Os que voltaram: a história dos retornados afro-brasileiros na África Ocidental do século XIX".O evento é uma promoção da SEPPIR (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República) e do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) em parceria com a UFRJ. A palestra será aberta pelo Reitor da UFRJ, Professor Aloísio Teixeira, contará com a participação do Ministro de Estado da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Edson Santos, e com a presença do Diretor do Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil, Giancarlo Summa.

Durante o evento será distribuída uma mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em ocasião da data, instituída para homenagear os milhões de africanos que foram vítimas do tráfico de escravos. O Brasil foi, junto com os Estados Unidos, o país das Américas que mais recebeu escravos, até a proibição do tráfico em meados do século 18.

Serviço:

Dia Internacional em Memória das Vítimas da Escravidão
Terça-Feira, 24 de março - 11 horas
Fórum de Ciência e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Campus da Praia Vermelha
Avenida Pasteur 250, Urca – Rio de Janeiro

Outras informações:

Valéria Schilling
Assessora de Comunicação
Centro de Informação da ONU
21-2253-2211
valeria.schilling@unic.org

Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
http://rio.unic.org/

Fonte: ONU Brasil

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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

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RACISMO E DESIGUALDADES NO BRASIL

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SOCIEDADE E DESENVOLVIMENTO REGIONAL

NEDIGER - Núcleo de Estudos sobre Ética e Diversidade de Gênero, Etnia e Racismo.

Na data de 17 de novembro, às 18 horas na UFF/ESR, o Nediger/UFF (Núcleo de Estudos sobre Ética, Diversidade de Gênero, Etnia e Racismo) dará continuidade às atividades de seu grupo de estudos “Emancipação Humana, Gênero e Racismo”, que é parte complementar do projeto de pesquisa integrado “Mediações necessárias e possíveis ao processo de emancipação humana em Marx, no contexto da reestruturação produtiva capitalista e dos direitos humanos”, realizada pelo núcleo.

A apresentação deste dia, intitulada "RACISMO E DESIGUALDADES NO BRASIL", será realizada pelo economista da UFRJ prof. Dr. Marcelo Paixão e fará parte também da abertura do III Encontro de Pesquisadores da UFF/ESR e da atividades de comemoração do Dia da Cosnciência Negra organizado pelo Nediger.

Na ocasião o professor estará lançando o seu livro “Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil; 2007-2008”. Ed. Garamond.

O economista Marcelo Paixão é professor do Instituto de Economia da UFRJ; coordenador do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (LAESER); coordenador e idealizados do Relatório Anual das Desigualdades Raciais no Brasil, 2007-2008, e autor de Desenvolvimento Humano e Relações Raciais (DP&A, 2003), Manifesto Anti-Racista: idéias em prol de uma utopia chamada Brasil (DP&A, 2006) e a Dialética do Bom Aluno: relações raciais e o sistema educacional brasileiro (FGV, 2008).

Endereço UFF/ESR: Rua José do Patrocínio, 71

Centro, Campos dos Goytacazes/RJ.

Telefax: (22) 2733-0319

E-mail NEDIGER: nediger@vm.uff.br

Luciene Lacerda

Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC/UFRJ

Praça Jorge Machado Moreira, 100 - sala 8

Cidade Universitária/ Ilha do Fundão

Rio de Janeiro - RJ. CEP: 21941-598

Tel: 2598-9271/ 2598-9293/ 2598-9274

Fax: 2598-9273

CELULAR: 8775-1994

www.iesc.ufrj.br/assediomoral

Fonte: Congresso Nacional de Negras e Negros

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

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TIÃO CIDADÃO DENUNCIA

PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO NA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE (UFF) NITERÓI. FACULDADE DE EDUCAÇÃO.

Na semana em que o Estados Unidos elege um presidente negro, no Brasil, precisamente em Niterói, Rio de Janeiro um negro sofre todos os tipos de discriminação que se pode imaginar dentro de uma sala de aula na Universidade.

Fui convidado pelo psiquiatra e professor da Universidade Federal Fluminense professor e doutor Hélio Mattos, para participar como convidado de um trabalho da Pós Graduação, Prevenção a Drogas e Escola, que seria apresentado por um grupo de alunos, dentre os quais, psicólogo, pedagogo, assistentes sociais e outros. O eixo temático era álcool e drogas, redução de danos e consenso.

Duas alunas, que se identificaram como psicóloga e pedagoga, questionaram o professor Hélio Mattos, a minha presença no auditório da Faculdade de Educação Paulo Freire, segundo elas eu não era aluno, portanto não poderia estar naquele espaço. O professor Hélio Mattos respondeu, que havia consultado a turma anteriormente sobre a minha presença, e que houve um consenso dos alunos.

E que a minha presença devia-se ao fato de eu estar fazendo um curso de extensão à distância, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas Atenção as Drogas (SENAD), e que em virtude de eu estar fazendo um trabalho, onde o eixo temático era redução de danos. E por se tratar de uma Liderança Comunitária de Niterói, já que a Universidade tem como proposta buscar esta interação com as Comunidades, daí o convite.

Na minha falação sobre redução de danos, onde enfoquei o Art. 196 da Constituição Brasileira onde trata da saúde como direito de todos, dever do Estado, garantidos mediantes políticas sociais e econômicas, que visem à redução de riscos de doenças e outros agravos e ao acesso universal e igualitário ás ações e serviços para a promoção e recuperação. Foi possível falar rapidamente sobre as Redes Sociais. Devido ao clima de hostilidade por parte das alunas, não pude falar sobre o Seminário de Atenção às Drogas que Niterói estará realizando, conforme parcerias SENAD, UNIÃO EUROPÉIA, dia 14 de novembro, na Unilasalle.

Demonstrando desprezo pela minha presença e fala as duas alunas, psicóloga e a pedagoga, insistiam durante minha falação em fazer uma leitura de um texto, que mantinham consigo, ora conversavam entre si. Parei por alguns segundos minha fala e pedi-as que prestassem atenção, uma aluna ao lado respondeu que elas não eram obrigadas a me ouvir. Houve uma intervenção do professor Hélio Mattos, pedindo respeito as alunas.

A conselheira Tutelar do I Conselho Tutelar, Senhora Terezinha, assistente social, levantou-se da cadeira e pediu respeito às duas alunas, alegando se fosse um doutor que estivesse palestrando o comportamento das duas seria outro.

O tempo todo as alunas ignoravam a minha presença me olhavam com desprezo. Ás doze horas os alunos saíram para o almoço, como o ambiente não correspondia a minhas expectativas pedi desculpa ao professor Hélio Matos, dizendo que não poderia ficar na parte da tarde em virtude de ter outros compromissos.

O que é estarrecedor de tudo isto é que as duas estudantes trabalham na Subsecretaria de Direitos Humanos de Niterói. Ambas sabedoras da minha ida para a Conferência Nacional de Direitos Humanos como Delegado Nacional, onde preciso ouvir e discutir as diversas demanda inerente a violações e garantias dos direitos Humanos. E no caso da droga é a área em que as violações se dão de todas as formas.

Sebastião da Silva. (Tião Cidadão)

Conselheiro do Orçamento Participativo de Niterói

Delegado da Conferência Nacional de Direitos Humanos

Aluno do curso de capacitação para conselheiros municipais de prevenção ao uso indevido de drogas, SENAD/UFSC, SENASP, M.JGSI.

Membro da comissão organizadora do Seminário: Niterói, Indicação Nacional de atenção às drogas.

Niterói, 08/11/2008 

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domingo, 9 de novembro de 2008

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III FÓRUM CRIMINAL RACISMO É CRIME

O Centro de Pesquisas Criminológicas do Rio de Janeiro – CEPERJ, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ, através do Programa de Estudos e Debates dos Povos Africanos e Afro-Americanos – PROAFRO, o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro - COMDEDINE, a Comissão OAB/RJ Vai à Escola, a Academia de Polícia Civil Silvio Terra – ACADEPOL e o Instituto Palmares de Direitos Humanos – IPDH, em razão das comemorações do Mês da Consciência Negra, convidam Vossa Senhoria para o III FÓRUM CRIMINAL RACISMO É CRIME – APLICABILIDADE DA LEI PENAL.

O III Fórum é gratuito; terá validade de horas para o Estágio Forense, conforme autorização da Comissão de Estágio da OAB/RJ e contagem de pontos para funcionários públicos.

O III Fórum Criminal Racismo é Crime – Aplicabilidade da Lei Penal contará com a participação de palestrantes como:

· Dr. Wilson Roberto Prudente, Procurador do Ministério Público Federal /Ministério do Trabalho, professor universitário, mestre em Direito;

· Dr. Ítalo Bittencourt de Macedo, Delegado de polícia civil, pós-graduado em Direito Penal e Processo Penal;

· Dr. Carlos Alberto de Oliveira – Delegado de polícia Civil, Titular da Delegacia de Repressão à Armas e Explosivos – DRAE;

· Dr. Mário Leopoldo – Presidente da Comissão OAB Vai à Escola – Consultor jurídico do COMDEDINE, Professor da UFRJ;

· Dr. Humberto Adami, advogado, mestre em Direito, presidente do IARA, Diretor da UNI - Palmares;

· Dr. Oswaldo Barbosa da Silva, advogado, Presidente do Parlamento Internacional dos Povos, Presidente do 2º Encontro dos Advogados Afro-descendentes e Africanos; entre outros palestrantes e abordará os seguintes temas:

  1. Aspectos Jurídicos, Políticos, Culturais e Sociais dos Crimes de Racismo e a Sociedade Brasileira;

2. Aspectos legais das decisões dos Tribunais de Justiça nos crimes de racismo, e atuação do Ministério Público, da Polícia Judiciária e da OAB, quanto à Aplicabilidade Penal da Lei dos Crimes de Racismo;

3. Aspectos culturais, sociais e jurídicos dos crimes de racismo por intolerância religiosa, racial, homofobia, e a Aplicabilidade Penal da Lei dos Crimes de Racismo;

4. Crimes de Racismo: Aspectos da Responsabilidade Civil em face das condenações dos crimes de racismo. 

5. Crimes de Racismo: A questão Histórica, a Sociologia Jurídica e os Movimentos Sociais.

Atenciosamente,

Neia Daniel

José dos Santos Oliveira

Diretor do CEPERJ

Coordenador do

III FÓRUM CRIMINAL RACISMO É CRIME!

Informações: 

(21)2557-1382, (21)9676-2490

(21) 9893-4191, (21)9943-8589

centro.ceperj@terra.com.br

forumracismoecrime@terra.com.br

Enviado por: Neia Daniel

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